A fonoaudiologia mostrando seu valor!
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Voz de mãe... Emoção e sensibilidade, com efeitos maravilhosos e duradouros na vida de um bebê... Vale a pena assistir!!!
A possibilidade de não se emocionar é nula... Vídeo simplesmente fantástico!!
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Qualidade de vida na maturidade
Ao se falar em promoção da saúde, não podemos deixar de citar o público
idoso. Erroneamente, muitas vezes são vistos como despesas aos cofres da saúde
pública. Porém, como desconsiderar uma parcela grande da população que tanto já
contribuiu e contribui para nossa sociedade? Será que eles não têm mais nada a
oferecer? Mais nada a aprender? O que vale como mudança nesse cenário? Essas
são perguntas que cada um de nós devemos responder ao trabalharmos com a
terceira idade, para não herdarmos conceitos ultrapassados e equivocados em
relação às possibilidades desse público.
Os profissionais da saúde podem e devem contribuir para tais mudanças na
concepção dessa população. A doença não é fator obrigatório na terceira idade e
quando existe alguma, pode também não ser fator incapacitante para o
aprimoramento de habilidades nem tampouco para o desenvolvimento de novas
potencialidades. O primeiro passo é
desmistificar a falsa crença de que o idoso tem que ficar em casa tomando
remédios. Há a necessidade de mostrar à eles do que ainda são capazes.
Limitações, sejam elas motoras, cognitivas ou emocionais poderão ocorrer, em
maior ou menor grau, variando de um indivíduo para o outro, porém, se houver
orientações por parte de profissionais qualificados, as adaptações necessárias
ocorrerão naturalmente diminuindo as dificuldades e ampliando a força de
vontade de estarem inseridos novamente no contexto social.
O aporte que a área de saúde pode oferecer é amplo. Podem estar na
função de responsáveis diretos pelo trabalho ou mediadores, oportunizando à
profissionais de outras áreas um contato maior com essa parcela da sociedade. Os
trabalhos podem ocorrer em forma de oficinas e grupos com temas variados,
abordando desde temas de saúde, como doenças específicas por exemplo, que
acometem esse público até mesmo qualidade de vida (pilates, memória, yoga
dentre outros). Em outro momento, poderão ser mediadores de oficinas com temas
mais amplos como dança, informática, trabalhos manuais. Sempre priorizando a
troca de experiências. A validade de um trabalho como esse é comprovada quando
vemos mais idosos independentes com uma qualidade de vida excelente. Idosos que
viajam o mundo inteiro ou até mesmo, contribuem ainda, com seus trabalhos para
aumentar a renda doméstica. Válido
ressaltar que isso não é regra. Infelizmente, existem sim, idosos com
comprometimentos incapacitantes, porém transformar essa fatia em verdade
absoluta é reduzir a possibilidade de uma sociedade mais respeitosa e
consequentemente jogar nossa história no lixo.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Gagueira e ansiedade: Qual a relação?
Estudo derruba antiga crença sobre origem da gagueira
Publicado em abril 20, 2010
Pesquisa conduzida pela mestranda Bianca Phaal, da Universidade de Canterbury (Nova Zelândia), desmistificou a antiga crença de que a ansiedade seria a causa da gagueira infantil.
Uma pesquisa da Universidade de Canterbury, Nova Zelândia, está desafiando a antiga noção de que a gagueira em crianças estaria ligada à ansiedade.
Bianca Phaal (foto à direita), mestranda do Departamento de Distúrbios da Comunicação da Universidade, concluiu um estudo que investigou os níveis de ansiedade em um grupo de crianças de 3 e 4 anos de idade que estavam na fase inicial de manifestação do distúrbio, comparando-as com um grupo controle formado por crianças sem gagueira.
Ela examinou o nível de ansiedade das crianças por meio da coleta de amostras de saliva de cada uma delas para a medição da concentração de uma substância chamada cortisol. O cortisol, também conhecido como hormônio do estresse, é uma substância liberada durante períodos de ansiedade elevada. Ele pode ser medido na saliva embebida em um fio dental adsorvente. Bianca também conduziu testes para medir o grau de temor das crianças diante de situações de comunicação e levantou dados com os pais, pedindo a eles para classificar os níveis de ansiedade de sua criança em diferentes situações.
Trabalhando em conjunto com o bioquímico Dr. John Lewis, Bianca não encontrou qualquer indício de níveis mais altos de ansiedade em crianças que gaguejam quando comparadas a crianças de fala normal.
Não houve qualquer diferença significativa entre as crianças que gaguejam e aquelas que não gaguejam, seja quanto aos níveis de ansiedade, seja quanto ao grau de temor da criança diante de situações de comunicação, nem houve também qualquer relação entre a severidade da gagueira e a ansiedade, disse Bianca.
Os resultados deste estudo sugerem que a ansiedade generalizada e o temor diante de situações de comunicação não estão associados com a gagueira infantil; portanto, é improvável que a ansiedade seja uma causa fundamental da gagueira, afirmou Bianca.
Contudo, caso a gagueira infantil persista, as experiências negativas em situações de fala podem levar ao desenvolvimento do temor em se comunicar e, talvez, ansiedade generalizada. Desse modo, a intervenção precoce na gagueira pode ser crucial para prevenir este desenvolvimento.
O professor Mike Robb, do Departamento de Distúrbios da Comunicação, disse que a descoberta feita pelo estudo foi importante para ajudar a entender melhor esta condição que afeta cerca de 1% da população da Nova Zelândia e de todo o mundo.
Há um longo histórico de pesquisas sobre gagueira e sua relação com a ansiedade, com alguns teóricos acreditando que a ansiedade seja a ‘causa’ da gagueira e outros defendendo que a ansiedade é um mero ‘resultado’ da gagueira. Em todos os casos, as pessoas acreditam que a ansiedade é um aspecto central na gagueira, comentou Prof. Robb.
Neste caso, aceitar a invalidação de uma das hipóteses tem importantes implicações clínicas e teóricas relacionadas à etiologia da gagueira. Até onde sei, este estudo é o primeiro de seu gênero a examinar quantitativamente o papel da ansiedade em crianças que estão na fase de desenvolvimento deste importante distúrbio de comunicação.
Bianca também demonstrou com seu estudo como a bioquímica pode ter um papel nas pesquisas relacionadas às desordens de comunicação, disse o Prof. Robb.
Link para o original: Study discredits anxiety as cause of childhood stuttering
Fonte do artigo traduzido: Instituto Brasileiro de Fluência
Data de publicação: 13 de fevereiro de 2008
Tradução: Hugo Silva. Revisão: Sandra Merlo.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Como cuidar bem da sua voz
Como cuidar da bem da sua voz
O cuidado com a voz é importante para o bem-estar do professor e também colabora com a prática pedagógica
Problema e mudança A professora Alexandra Hardt Carlini, do Colégio Piramis, fez um tratamento e mudou seus hábitos em sala após o aparecimento de nódulos na garganta.
O professor faz parte de uma das categorias profissionais que mais se comunicam oralmente durante o trabalho. Todos os dias, fala por várias horas para cerca de 30 pessoas, frequentemente em um ambiente com interferências externas, o que o leva a forçar cada vez mais a voz. Sem entender os sintomas, muitos levam essas situações até o limite, quando as cordas vocais estão feridas, o que interfere na rotina de trabalho.
Segundo Leslie Ferreira, coordenadora do Laboratório de Voz (Laborvox), da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), cerca de 60% dos docentes apresentam sintomas como rouquidão, cansaço ao falar, disfonia e pigarro. Fabiana Zanbom, fonoaudióloga do Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro), acrescenta: "Como há pouca informação sobre o tema, muitos professores não procuram ajuda e a maioria chega ao consultório médico já com alterações de voz". Para ela, a orientação durante a faculdade de Pedagogia e os cursos de licenciatura poderia colaborar para que esse tipo de problema se tornasse menos comum.
Quem já chegou ao limite precisa buscar atendimento médico, mas o melhor caminho é a prevenção. O Ministério da Educação (MEC), no entanto, não tem um programa voltado a evitar os distúrbios vocálicos. E, embora muitas redes de ensino promovam ações nesse sentido, a maior parte delas é pontual e não existe mais. Faltam, portanto, programas permanentes que orientem os educadores.
Para tentar preencher essa lacuna, foi criado em 2011 um grupo de discussão no Ministério da Saúde. A iniciativa não é exclusivamente para escolas e nos próximos meses deve ser lançado um documento com indicações para garantir ambientes de trabalho mais saudáveis e organizados. As orientações incluem, por exemplo, controle de ruído, ventilação correta e espaços para descanso.
Segundo Leslie Ferreira, coordenadora do Laboratório de Voz (Laborvox), da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), cerca de 60% dos docentes apresentam sintomas como rouquidão, cansaço ao falar, disfonia e pigarro. Fabiana Zanbom, fonoaudióloga do Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro), acrescenta: "Como há pouca informação sobre o tema, muitos professores não procuram ajuda e a maioria chega ao consultório médico já com alterações de voz". Para ela, a orientação durante a faculdade de Pedagogia e os cursos de licenciatura poderia colaborar para que esse tipo de problema se tornasse menos comum.
Quem já chegou ao limite precisa buscar atendimento médico, mas o melhor caminho é a prevenção. O Ministério da Educação (MEC), no entanto, não tem um programa voltado a evitar os distúrbios vocálicos. E, embora muitas redes de ensino promovam ações nesse sentido, a maior parte delas é pontual e não existe mais. Faltam, portanto, programas permanentes que orientem os educadores.
Para tentar preencher essa lacuna, foi criado em 2011 um grupo de discussão no Ministério da Saúde. A iniciativa não é exclusivamente para escolas e nos próximos meses deve ser lançado um documento com indicações para garantir ambientes de trabalho mais saudáveis e organizados. As orientações incluem, por exemplo, controle de ruído, ventilação correta e espaços para descanso.
Mudanças simples em seus hábitos podem colaborar para preservar a sua voz e evitar problemas futuros
Sem ruídos Feche as portas e as janelas para ajudar a manter a concentração da turma e poupar sua voz da competição com o ruído que vem da rua e do corredor.
Postura ereta Ao ficar em pé, você consegue se expressar com mais facilidade e tem um controle maior sobre os alunos. Evitando a bagunça, poupa a voz.
Ajuda do som Converse com a coordenação da escola para que ela disponibilize microfones a todos que necessitam. Faça acordos com os alunos para eliminar os gritos.
Longe do quadro Se você usa giz, o pó pode ser inalado e secar sua garganta. Por isso, fale virado para a turma. A atitude também favorece a comunicação com a classe.
Momentos de pausa Quando os alunos estão fazendo um trabalho em grupos, aproveite para poupar a sua voz para a continuação da aula.
Um santo remédio Tomar água propicia intervalos e hidrata as cordas vocais. Prefira o líquido a pastilhas, que podem fazer mal, em vez de ajudar.
Sem ruídos Feche as portas e as janelas para ajudar a manter a concentração da turma e poupar sua voz da competição com o ruído que vem da rua e do corredor.
Postura ereta Ao ficar em pé, você consegue se expressar com mais facilidade e tem um controle maior sobre os alunos. Evitando a bagunça, poupa a voz.
Ajuda do som Converse com a coordenação da escola para que ela disponibilize microfones a todos que necessitam. Faça acordos com os alunos para eliminar os gritos.
Longe do quadro Se você usa giz, o pó pode ser inalado e secar sua garganta. Por isso, fale virado para a turma. A atitude também favorece a comunicação com a classe.
Momentos de pausa Quando os alunos estão fazendo um trabalho em grupos, aproveite para poupar a sua voz para a continuação da aula.
Um santo remédio Tomar água propicia intervalos e hidrata as cordas vocais. Prefira o líquido a pastilhas, que podem fazer mal, em vez de ajudar.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Livro: "A QUEDA" de Diogo Mainardi
Diogo Mainardi escreve uma comovente narrativa sobre seu filho que nasceu com paralisia cerebral ... Literatura de qualidade que nos mostra como a visão de todas as coisas podem diferentes. Indico!
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Filme "Cartas para Deus"
Uma lição de vida! Um filme que nos leva a reflexão sobre o Câncer e o poder da fé. Vale a pena assistir!
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Vale a pena ver esse vídeo...
Vídeo interessante indicado pela jornalista Desia Souza. Maravilhoso!!!
Você pode julgar um homem
Pela forma como ele usa seu cabelo?
Você pode ler sua mente
pelas roupas que ele usa?
Você pode ver um homem mau
Pelo jeito que ele usa uma gravata?
Pois bem, Senhor, você é um homem melhor do que eu
Sim, Senhor, você é um homem melhor do que eu
Oh, Senhor, você é um homem melhor do que eu
Sim, Senhor, você é um homem melhor do que eu
Você reconhecer um sábio
Pela maneira que ele fala ou soletra?
Seria isso mais importante
Do que as histórias que ele conta?
E chamar um homem de tolo
Se para a riqueza ele não se esforça?
Pois bem, Senhor, você é um homem melhor do que eu
Sim, Senhor, você é um homem melhor do que eu
Oh, Senhor, você é um homem melhor do que eu
Sim, Senhor, você é um homem melhor do que eu
Você pode condenar um homem
Se eel não tem a mesma fé que você?
Dizer se a cor de sua pele
É a cor da alma dele?
Você diria que os homens
Pelo rei e pelos os países devem morrer?
Disfonia infantil ou Rouquidão... Sinal de alerta!
Começando o ano letivo é bom prestarmos mais atenção à saúde vocal de nossas crianças... Então, fiquem atentos! Rouquidão não é normal!
A disfonia é conhecido popularmente como rouquidão, que é uma alteração vocal que pode acometer crianças e adultos por diversos motivos. São lesões de massa (nódulos), podendo variar de tamanho, situadas nas pregas vocais (também conhecido como "cordas vocais"). Ocorre independentemente do sexo, com prevalência um pouco maior em meninos, na faixa etária de 7 a 9 anos. Nessa faixa etária, as crianças estão mais envolvidas em atividades em grupo. Podemos associar essa alteração vocal a comportamentos vocais abusivos como falar ou gritar demais, imitar sons de animais, monstros, veículos ou ruídos em geral, porém não é o único fator causal. Crianças alérgicas também tem maior predisposição aos nódulos. As características vocais são esforço ao falar, rouquidão com possível piora ao final do dia, podendo até chegar a afonia (perda da voz). A sonorização de alguns sons, principalmente os mais fracos, podem ser prejudicados, o que não acontece necessariamente com sons fortes. Nesse caso, a extensão fonatória apresenta-se reduzida.
Disfonia infantil: O que é isso?
A disfonia é conhecido popularmente como rouquidão, que é uma alteração vocal que pode acometer crianças e adultos por diversos motivos. São lesões de massa (nódulos), podendo variar de tamanho, situadas nas pregas vocais (também conhecido como "cordas vocais"). Ocorre independentemente do sexo, com prevalência um pouco maior em meninos, na faixa etária de 7 a 9 anos. Nessa faixa etária, as crianças estão mais envolvidas em atividades em grupo. Podemos associar essa alteração vocal a comportamentos vocais abusivos como falar ou gritar demais, imitar sons de animais, monstros, veículos ou ruídos em geral, porém não é o único fator causal. Crianças alérgicas também tem maior predisposição aos nódulos. As características vocais são esforço ao falar, rouquidão com possível piora ao final do dia, podendo até chegar a afonia (perda da voz). A sonorização de alguns sons, principalmente os mais fracos, podem ser prejudicados, o que não acontece necessariamente com sons fortes. Nesse caso, a extensão fonatória apresenta-se reduzida.
A conduta de eleição nesses casos, inicialmente, é o diagnóstico médico, realizado através de exames específicos. Próximo passo é a intervenção realizada por um fonoaudiólogo, por meio de orientações sobre saúde vocal e exercícios específicos de suavização vocal, proporcionando a possível reabsorção dos nódulos. Indicação cirúrgica é rara e só é eleita em casos específicos de maior severidade. A cirurgia não dispensa reabilitação fonoaudiológica.
Os resultados variam de um paciente para outro, visto que necessitamos de uma parceria com a família para mudança de hábitos, muitas vezes, nocivos à voz. É essencial que a família compreenda que a criança necessita de um bom modelo de falante, para poder se espelhar. A adesão da criança à terapia também exerce papel fundamental, pois sem isso, ela não mudará seu comportamento vocal. Para isso, o profissional terá que entrar no "mundo infantil" tornando a terapia interessante e divertida. Com a aliança positiva de criança, família e terapeuta, os resultados serão satisfatórios e os bons hábitos vocais perpetuados.
Referência bibliográfica: BEHLAU, Mara (Org.). Voz: O livro do especialista - Volume 1. Rio de Janeiro: Revinter, 2001.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Inaugurando o ano em grande estilo...
Hoje tive um encontro longo e denso com a vida e a proximidade da morte... Encantada e fascinada com o longa "Amour" questiono-me infinitamente sobre o que somos e do que somos capazes em nome do amor. Vale a pena parar e refletir. Indico e aplaudo de pé!
Reportagem no Globo News:
‘Amour’ é um filme devastador sobre o fim da vida e do amor sem fim. Comentaristas do Manhattan Connection comentam a densidade do longa indicado ao Oscar em cinco categorias.
Michael Haneke é um campeão de prêmios, sue último filme, ‘Amour’ ganhou a Palma de Ouro em Cannes e tem cinco indicações para o Oscar, entre eles, o de melhor filme e de melhor filme estrangeiro.
Haneke é o diretor de filmes desconfortáveis. ‘Amour’ é intimo, intimidador, e inteligente. Sem compromissos. Os atores Jean Louis Trintignant e Emanuelle Riva interpretam um casal de músicos aposentados. É um filme devastador sobre o fim da vida e do amor sem fim.
“Apesar de ser um dos filmes mais pesados que eu já vi na minha vida, é um espetáculo. Enquanto outros diretores tem limites, Haneke não tem: quanto mais denso melhor”, explica o comentarista Pedro Andrade.
domingo, 9 de dezembro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Entrevista sobre gagueira
Entrevista sobre gagueira concedida ao jornalista Messias Matheus. Ouçam na íntegra no blog: http://messiasmatheus.blogspot.com.br/2012/10/cerca-de-200-milhoes-de-brasileiros.html
sábado, 20 de outubro de 2012
II Simpósio Mineiro de Neurociências
Hoje tive o imenso prazer de participar de um encontro com profissionais maravilhosos que fazem toda a diferença na área de neurologia. Porém, além de um encontro com a ciência, tive um encontro com a VIDA. Infelizmente, não damos o devido valor à nossa vida justamente por não conhecer e não sentir a dor alheia.
Um dos grandes médicos presentes nesse encontro, Dr. Acary Souza Bulle Oliveira, nos apresentou o caso de uma mulher que simplesmente fez com que eu sentisse vergonha das minhas reclamações e me desse uma enorme lição de vida. O nome dela é Leide Consuelo Quereza Moreira e ela tem Esclerose Lateral Amiotrófica (E.L.A), uma doença degenerativa do Sistema Nervoso, ainda sem cura. Em 2005, já com gastrostomia e traqueostomia, e com todos os movimentos comprometidos, com exceção do globo ocular,começou a usar uma tabela visual como forma de comunicação e um dom tímido começou a ganhar espaço até assumir sua verdadeira relevância.
Conheça a história dessa mulher fantástica em detalhes no site http://www.leidemoreira.com.br/poesias_v04/port/biografia/home.asp
DILEMA
Leide Moreira
Minha vida se esvaindo
Não sei se vou chorando ou sorindo
Sorrindo pondo fim a uma agonia que não aguento mais
Chorando por deixar para trás pessoas que amo demais
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Ao mestre com carinho...
Agradeço, de coração, a todos aqueles que contribuiram na minha caminhada... Obrigada!
Ao Mestre Com Carinho
Quero aprender
Sua lição
Que faz tao bem
Pra mim,
Agradecer
De coração
Por você ser assim
Legal ter você aqui,
Um amigo
Em que eu posso acreditar
Queria tanto te abraçar
Pra alcançar as estrelas,
Não vai ser fácil mas se eu te pedir,
Você me ensina como descobrir
Qual é o melhor caminho.
Foi com você
Que eu aprendi
A repartir tesouros
Foi com você
Que eu aprendi
A respeitar os outros
Legal ter você aqui
Um amigo em que eu posso acreditar
Queria tanto te abraçar
Pra mostrar pra você que eu não esqueço mais essa lição amigo eu ofereço
Essa canção ao mestre com carinho!!!
Pra mostrar pra você
Que eu não esqueço mais essa lição
Amigo,eu ofereço essa canção
Ao mestre com carinho.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Semana internacional da dislexia
De 8 a 14 de outubro é comemorado no mundo todo a "Semana internacional da dislexia". No Brasil estima-se que aproximadamente 7,6 milhões de pessoas apresentam transtorno de aprendizagem. Para trabalhar com esse público é necessário uma equipe multidisciplinar incluindo o fonoaudiólogo, que facilita o processo de aprendizagem além de orientações à escola.
Se o seu filho possui dificuldade para ler, escrever ou soletrar, entender texto escrito, dificuldade com rimas ou apresentar trocas de letras, inversão, omissão, acréscimo de letras ou sílabas, procure um fonoaudiólogo para maiores orientações. Não espere, pois é um tempo que seu filho não merece perder. Na luta sempre pelo melhor que há em nós!
Se o seu filho possui dificuldade para ler, escrever ou soletrar, entender texto escrito, dificuldade com rimas ou apresentar trocas de letras, inversão, omissão, acréscimo de letras ou sílabas, procure um fonoaudiólogo para maiores orientações. Não espere, pois é um tempo que seu filho não merece perder. Na luta sempre pelo melhor que há em nós!
sábado, 29 de setembro de 2012
Teste da linguinha: Você sabe o que é?
O pioneiro TESTE DA LINGUINHA é um protocolo criado pela fonoaudióloga brotense, Dra. Roberta Lopes de Castro Martinelli, para diagnosticar em bebês a presença da língua presa e o grau de limitação dos movimentos causado por ela, que podem comprometer as funções de sugar, engolir, mastigar e falar.
O teste da linguinha é eficaz, rápido e não dói.
TESTE DA LINGUINHA
Para seu bebê mamar, falar e viver melhor.
Mais informações: http://www.rangeloficial.blogspot.com.br/2012/09/teste-da-linguinha.html
Parabéns à Dra. Roberta e mais um avanço na nossa profissão. Que esse teste seja obrigatório em todo o país pelo bem de nossas crianças.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Fala professor!
A preocupação com a saúde vocal do
professor tem sido uma constante na fonoaudiologia, visto que muitos
profissionais chegam aos consultórios com queixas de rouquidão e cansaço ao
falar. Desconhecem cuidados que deveriam ter com a alimentação, sono e
vestimentas. Não associam também que abusos vocais, como o grito, por exemplo,
fumo e álcool contribuem para o cansaço vocal, secura, ardência e dor.
Todas as alterações advindas desse
desconhecimento geram ansiedade e angústia, pelo fato de serem profissionais
que tem como instrumento de trabalho, a voz. No entanto, utilizam sua voz de
maneira errônea, falando muito e alto, para poder competir com os barulhos do
ambiente.
O ambiente de trabalho também influencia
nesse processo e em sua maioria são ambientes ruidosos e empoeirados. A poeira propicia em alguns indivíduos,
excesso de coriza e edema na cavidade nasal, podendo atuar como um fator
agressor à respiração, alterando o padrão vocal do professor. O ruído, por sua
vez, leva ao aumento da intensidade da voz, devido a necessidade de sobrepor a
voz ao barulho, levando a um esforço vocal e tensão na fonação.
Todos precisam ter cuidados com a voz, mas
para quem utiliza profissionalmente, é preciso ter alguns cuidados vocais
essenciais, a fim de manter sua saúde vocal como, por exemplo, beber em média
dois litros de água por dia de preferência em temperatura ambiente, beber
alguns goles de água durante atividade profissional para umidificar a garganta,
evitar competição sonora, bebidas alcoólicas por ter efeito anestésico,
diminuindo a sensibilidade, evitar gritar e tossir, devido ao atrito das pregas
vocais, não fumar, pois a fumaça irrita a mucosa da laringe, evitar ar
condicionado, evitar consumo de leite, chocolate e seus derivados antes de
intensa atividade vocal, procurar consumir alimentos fibrosos, como a maçã, por
exemplo, que funciona como adstringente, ingerir sucos e frutas cítricas,
vestir-se de maneira mais confortável possível, para não interferir no fluxo
respiratório entre outros.
É fundamental que este profissional da
voz, conscientize-se da importância de promover algumas mudanças em seus
hábitos tanto vocais como alimentares a fim de que não venha desenvolver alguma
alteração vocal. Essas disfonias profissionais (rouquidão) têm atingido níveis
alarmantes. Os sintomas de cansaço e fadiga vocal, perda da intensidade, que os
indivíduos tentam superar provocando um esforço ainda maior, pode levar até
mesmo a uma afonia. Com o passar do tempo, ao fazer um exame otorrinolaringológico
poderemos encontrar alterações orgânicas como edemas, nódulos, hiperemia e
pólipos.
Caso você, profissional da voz, esteja com
esses sintomas, ou uma rouquidão que persista por mais de 15 dias, procure um
fonoaudiólogo.
Fga. Tatiany Duque
A
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Site voltado para a área educacional
Amigos, nesse site http://www.geraldoalmeida.com.br/
vocês encontrarão livros de educação para baixar gratuitamente. Um, em especial que indico é : "Brincadeiras e jogos típicos do Brasil" de Geraldo Peçanha de Almeida. Vale a pena acessar!
Válido para professores, psicopedagogos, fonoaudiólogos...segunda-feira, 23 de julho de 2012
IX Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids 2012
Estarei lá representando a FONOAUDIOLOGIA e mostrando a força da nossa profissão junto a esse público. O tema do trabalho a ser apresentado é " Pacientes soropositivos e os benefícios do atendimento fonoaudiológico". Abraços a todos!
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